21 97676-0264        WhatsApp

Eletro

 

 

Eletrocardiograma

ELETROCARDIOGRAMA

O eletrocardiograma (ECG) é feito com um aparelhinho ligado a eletrodos que avalia o ritmo dos batimentos cardíacos em repouso. É um exame bem simples, usado rotineiramente tanto na triagem dos prontos-socorros quanto em checkups preventivos solicitados pelo cardiologista.

Para que serve?

O objetivo é ver se há alguma falha na condução elétrica pelo coração. Ou seja, se existem bloqueios ou partes do músculo que não estão se movendo como deveriam, o que pode sinalizar problemas cardíacos.

O eletro é muito utilizado para flagrar arritmias e taquicardias ou bradicardias, quando o peito bate rápido ou devagar demais, respectivamente. Mas é um teste inicial. Ou seja, ele aponta possíveis suspeitas, que devem ser confirmadas com outros exames.

 

 

Eletroencefalograma

 

Voltar

ELETROENCEFALOGRAMA

O QUE É?

É um exame que registra a atividade elétrica do cérebro e que detecta alterações que possam justificar sintomas neurológicos, como, por exemplo, a perda de consciência. As anormalidades são identificadas conforme o traçado das ondas cerebrais no monitor do equipamento e no papel, do mesmo modo que ocorre no eletrocardiograma, o exame que documenta a atividade elétrica do coração.

PARA QUE SERVE?

O eletroencefalograma, também chamado de EEG, tem na identificação, na classificação e no acompanhamento das epilepsias sua principal finalidade. O exame também serve para avaliar pessoas em coma e para investigar alguns distúrbios do sono, como o sonambulismo. Pode ainda ser útil para prestar esclarecimentos em outras enfermidades neurológicas, a exemplo de tumores cerebrais, demências e doenças degenerativas do sistema nervoso, mas apenas como método auxiliar, já que, para esses casos, há hoje exames de imagem mais esclarecedores.

COMO É FEITO?

Antes de tudo, há necessidade da colocação de alguns eletrodos, ou seja, de sensores próprios para captar a atividade elétrica cerebral, em pontos determinados do couro cabeludo, os quais são afixados com uma pasta apropriada para essa finalidade. Depois disso, a pessoa permanece todo o tempo do EEG deitada na sala de exame, que procura reproduzir um aconchegante quarto, com temperatura amena, pouca iluminação e silêncio. É nessas condições ambientais que o registro da atividade do cérebro começa, sendo feito com o indivíduo acordado e em estado de sonolência. Além disso, inclui uma fase de hiperventilação, em que a pessoa precisa respirar fundo, mais rápido que o usual, por alguns minutos, e uma fase de fotoestimulação intermitente.